Eu, tu, não mais ele

Qualquer relação é embasada em interesse. O que difere é a caracterização desta intenção. Se é banal, especial, supérflua, profunda… Sempre é uma conveniência. Possuímos diferentes focos em diferentes pessoas, mas a priori, a visão parte de dentro. O que procuramos são espelhos que possam nos refletir, nos espelhar. Procuramos em outros o que procuramos em nos mesmos, e às vezes, sozinhos não conseguimos encontrar. Partindo desta premissa e aproveitando-me deste espaço público, gostaria de especificar, para quem possa importar, que o meu leque de interesses está à minhas e milhas de qualquer divagação sobre vidas alheias; sobre pessoas que me são alheias. O que você possa ter contra qualquer pessoa que me é ou não conhecida, não me interessa. Se possui algum assunto mal resolvido, procure o próprio para resolver, ou o esqueça. A indiferença é a maior fortaleça. Qualquer rancor é sustentado. E eu, nada posso fazer por suas carências. Se precisa humilhar para se engrandecer, eu apenas lamento. Possuo uma fortíssima convicção de que pessoas fracas necessitam enfraquecer o próximo para somente assim, se sentirem fortes. E definitivamente, pessoas fracas não me interessam. O que me interessa é manter-me longe delas. Se mesquinhez for seu foco, não perca tempo comigo e me faça um favor, nem chegue perto. Não tenho nada a te oferecer.

Estou cansado de tanta babaquice,tanta caretice,dessa eterna falta do que falar…”

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